

Pare de escolher técnicas no escuro. Aprenda a decidir com precisão o que fazer em cada caso, mesmo quando ele foge do protocolo.
Quero aprender a pensar por processos




Hofmann está no Brasil

Pra celebrar a presença de Stefan G. Hofmann em nosso país, durante 13 - 18 de novembro, o curso de Terapia Baseada em Processos para Ansiedade está com
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Você já atendeu um paciente que não se encaixava direito em nenhum protocolo? Que tinha o mesmo diagnóstico de outro paciente seu, mas reagia de um jeito completamente diferente ao mesmo plano de tratamento?
Isso não é falha sua. É o limite natural de organizar a prática só a partir do diagnóstico.
A maioria dos psicólogos aprende psicoterapia a partir de protocolos: para este transtorno, use esta técnica. Funciona, até o paciente não encaixar no manual. Aí sobra a intuição, e a sensação de ter muitas técnicas na caixa de ferramentas, mas pouca clareza sobre quando e por que usar cada uma.
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Curso 100% focado na prática clínica
Certificado disponível ao final do curso
Aulas gravadas exclusivamente para o InPBE
100% legendado em português e slides totalmente traduzidos
…uma das coisas mais complicadas é saber fazer intervenções que sejam: humanizadas, profundas e com resultados duradouros, mesmo para quem já domina a TCC há algum tempo.
25% das vagas preenchidas
Você já atendeu um paciente que não se encaixava direito em nenhum protocolo? Que tinha o mesmo diagnóstico de outro paciente seu, mas reagia de um jeito completamente diferente ao mesmo plano de tratamento?
Isso não é falha sua. É o limite natural de organizar a prática só a partir do diagnóstico.
A maioria dos psicólogos aprende psicoterapia a partir de protocolos: para este transtorno, use esta técnica. Funciona, até o paciente não encaixar no manual. Aí sobra a intuição, e a sensação de ter muitas técnicas na caixa de ferramentas, mas pouca clareza sobre quando e por que usar cada uma.
A TBP propõe outra pergunta. Em vez de qual técnica usar para este transtorno, ela ensina você a perguntar o que está mantendo o problema desta pessoa, o que precisa mudar, qual procedimento pode produzir essa mudança e como você vai saber se sua hipótese estava certa.
A TBP não é uma “nova escola” de psicoterapia, nem um protocolo fechado, nem uma coleção de técnicas emprestadas de diferentes abordagens sem critério. Ela funciona como um metamodelo: uma forma de organizar o raciocínio clínico baseado em evidências, capaz de incorporar procedimentos de diferentes terapias, desde que façam sentido para os processos daquele paciente específico.
As referências centrais do curso incluem os trabalhos de Steven C. Hayes e Stefan G. Hofmann, dois dos nomes mais citados na pesquisa em Psicoterapia Baseada em Evidências.
Não vai prometer que a Terapia Baseada em Processos é superior a outras formas bem conduzidas de psicoterapia baseada em evidências. Essa comparação ainda precisa ser demonstrada pela pesquisa, e um instituto que preza pelo rigor científico não pula essa etapa só porque facilitaria a venda.
O que a TBP oferece, com respaldo consistente, é uma estrutura para organizar decisões clínicas que hoje muita gente toma só por intuição.
Antes
Muitas técnicas na caixa de ferramentas, pouca clareza sobre quando usar cada uma
Dificuldade de individualizar o tratamento sem cair só na intuição
Confusão entre diagnóstico, problema, processo de manutenção, processo de mudança, procedimento e resultado
Depois
Raciocínio clínico estruturado para decidir o que fazer a seguir
Clareza para transformar a avaliação em uma formulação de caso que realmente orienta a intervenção
Capacidade de escolher procedimentos de diferentes abordagens sem cair num ecletismo desorganizado
Quero aprender a pensar por processos
25% das vagas preenchidas
01. Introdução
02. Sobre o surgimento da TBP
03. A terapia baseada em processos
04. Dimensões dos processos psicológicos
05. Características dos processos
06. Precisão, escopo e profundidade dos processos
07. A compreensão evolucionista do funcionamento humano
08. Estudo de caso: construindo uma rede de processos
09. Estudo de caso: selecionando os procedimentos de intervenção
10. Considerações finais
As aulas 08 e 09 colocam a teoria em prática: você acompanha, passo a passo, a construção de uma rede de processos e a seleção dos procedimentos de intervenção a partir dela. É isso que transforma conceito em raciocínio aplicável, e responde direto a quem pergunta se vai conseguir usar isso na prática clínica.
Jan Luiz Leonardi é doutor em Psicologia Clínica pela USP, especializado em Terapia Comportamental pelo Paradigma Comportamental e formado em Terapia Comportamental Dialética pela Behavior Tech.
Ao longo da carreira, aplicou e ensinou estratégias embasadas em pesquisas científicas para lidar com pacientes com comportamento complexo, evitando a piora do quadro e melhorando a saúde mental de todos os envolvidos.
Hoje, é uma referência nacional na área, e este curso reúne o raciocínio clínico que ele mesmo usa para formular casos, identificar os processos que mantêm o problema do paciente e selecionar procedimentos de intervenção a partir da Terapia Baseada em Processos.
O que está incluso
Curso completo, 4 horas de conteúdo gravado;
10 aulas, incluindo os dois estudos de caso aplicados;
Material complementar em slides;
Certificado de conclusão;
Acesso por 3 meses.
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Não. A TBP não é uma abordagem concorrente das terapias que você já usa. Ela é uma forma de organizar o raciocínio clínico que pode incorporar procedimentos de diferentes abordagens, desde que façam sentido para os processos daquele paciente. Você não abandona o que já sabe: aprende a organizar melhor o que já sabe e a decidir com mais precisão o que usar em cada caso.
Não. O curso parte dos fundamentos e não exige conhecimento prévio em TBP nem formação em ACT, DBT ou outras terapias contextuais. Se você já estudou alguma dessas abordagens, vai ter facilidade extra pra integrar o conteúdo, mas isso não é pré-requisito.
As aulas 08 e 09 existem justamente pra isso: são dois estudos de caso completos, em que você acompanha a construção de uma rede de processos e a escolha dos procedimentos de intervenção a partir dela, do raciocínio à decisão.
Não, e o curso não faz essa promessa. O que existe é evidência consistente de que organizar o raciocínio clínico por processos ajuda a individualizar o tratamento com mais precisão. A comparação de superioridade entre modelos completos é uma pergunta de pesquisa em aberto.
Não. Este é um curso introdutório de 4 horas, pensado como porta de entrada. Ele te dá a base conceitual e o raciocínio clínico fundamental, mas não substitui uma formação extensa no tema.
3 meses a partir da data da compra.
Sim.
Quero aprender a pensar por processos
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